23 de julho de 2017

LGBTs privados de liberdade: um olhar sobre o cárcere


Por Beatriz Drague Ramos — publicado 22/07/2017 00h30, última modificação 22/07/2017 17h15
As opressões e vulnerabilidades são intensificadas dentro do sistema penitenciário. Apesar disso, gays, lésbicas e transexuais seguem esquecidos
O Brasil conta hoje com mais de 607 mil pessoas encarceradas, de acordo com os últimos dados do Ministério da Justiça, de 2014. Atualmente, a taxa de superlotação do sistema penitenciário ostenta um índice epidêmico de 166%, segundo dados do último Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias, de 2014.
Das 1.423 unidades prisionais, apenas 100 (15%) possuem alas destinadas ao público LGBT. A escassez de dados estatísticos sobre esta parcela da população prisional são um indício da invisibilidade sofrida por eles dentro e fora das cadeias.
Além dos problemas intrínsecos do sistema prisional brasileiro, entre os desafios enfrentados pelos LGBTs encarcerados estão a ausência de acompanhamento médico e psicológico, a falta de recursos para cirurgias de redesignação sexual e a existência de poucas alas especiais. Além disso, quase não há acesso aos tratamentos com hormônios para trans e o desrespeito à utilização do nome social é constante.
“Fui até o inferno e voltei”, resume o homem trans Leo Moreira de Sá, que passou por quatro penitenciárias em São Paulo ao longo de cinco anos, cumprindo pena por tráfico de drogas. Em uma das diversas vezes em que foi agredido, ouviu de um policial: “Você não quer ser homem? Então vai apanhar que nem homem”.
Em seu caso, a formação em Ciências Sociais pela USP, abriu a possibilidade de lecionar na Penitenciária Feminina de Santana entre 2007 e 2009, quando ainda encontrava-se encarcerado. Além de receber um salário mínimo por mês, a cada três dias trabalhados, um era descontado do total de sua pena. “Eu tinha o respeito da comunidade como educador, já que eu não era do crime”, admite com orgulho.
Leo Moreira de Sá
'A violência policial física e mental, o escárnio e o desprezo da maioria dos agentes são uma violência indescritível', ressalta Leo Moreira de Sá (Foto: Beatriz Drague Ramos)
Ser ou não “do crime” é um dos termos utilizados no sistema carcerário e explicado na pesquisa "O barraco das monas na cadeia dos coisas: notas etnográficas sobre a diversidade sexual e de gênero no sistema penitenciário", do mestre em Antropologia Social pela USP Marcio Zamboni.
Na pesquisa, o antropólogo analisa a relação entre as dinâmicas de organização do espaço prisional e as formas de identificação e diferenciação entre presos por conta do gênero e sexualidade. Para tanto, realizou entre 2015 e 2016 entrevistas com transexuais e travestis egressas do sistema penitenciário. No fim de 2016, passou a visitar prisões como agente da pastoral carcerária. Zamboni integra o grupo de trabalho "Mulher e Diversidade" da pastoral.
Ele acredita que é de extrema importância lançar um olhar sobre esta população, historicamente segregada e despida de seus direitos fundamentais no sistema penitenciário. “O crime é machista”, diz.  
Se aqui fora existe preconceito, lá dentro é a treva de preconceito. Vi meninas se prostituírem por causa de um sabonete, para escovar os dentes. A saúde é totalmente precária, se você está com alguma coisa, vai morrer lá dentro”, relatou a trans Verônica Bolina durante o debate “Sistema Penitenciários e a População LGBT”, realizado em São Paulo no fim de junho.
Verônica passou dois anos na prisão após uma condenação por tentativa de homicídio e agressão em 2015. Quando foi detida, sofreu humilhação e foi torturada por policiais no Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, em São Paulo. Foi quando se tornou conhecida, após fotos e vídeos da agressão viralizarem nas redes sociais.
Seu relato deixa vislumbrar um pouco da realidade dos cerca de 450 travestis e transexuais atualmente cumprindo pena no estado de São Paulo.  
Em abril de 2014, entrou em vigor a Resolução Conjunta 1, editada pelo Conselho Nacional de Combate à Discriminação e o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, prevendo a possibilidade de  transferência de “pessoas que passaram por procedimento cirúrgico de transgenitalização” para “Unidades Prisionais do sexo correspondente”. 
A legislação visa institucionalizar a “atenção às travestis e transexuais no âmbito do sistema penitenciário brasileiro”. Dentre outras medidas determinadas estão a visita íntima, a atenção integral à saúde e tratamento hormonal e o uso do nome social. Consta também sobre a necessidade de cursos de educação e qualificação profissional.
Dentre os principais objetivos da adoção das celas especiais para LGBTs está garantir a segurança ou, ao menos, minimizar a chance de violência para essa população. A medida, porém, não é consenso entre os especialistas.
As alas especiais funcionam em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraíba e Mato Grosso. Em São Paulo, onde vive 40% da população prisional brasileira, não há política oficial de separação dos LGBTs dos demais. 
“Não existe a tentativa de criar a aparência de uma política penitenciária pró-direitos humanos, em razão de qualquer concessão a essas demandas serem vistas como um amolecimento do rigor da justiça”, critica o antropólogo Marcio Zamboni, que é crítico à segregação. “Cria-se um efeito simbólico negativo com a falsa sensação da existência de um privilégio para as pessoas LGBT”, diz.  
Andrey Lemos, presidente da União Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (UNALGBT), vê o sistema penitenciário brasileiro, de forma geral, como um antro de violações de direitos. “Penso que as travestis e mulheres trans, ao cometerem algum crime, devem ser acolhidas nas alas femininas, de acordo com a sua identidade de gênero”, afirma, ressaltando que, ao mesmo tempo, uma equipe multidisciplinar deveria avaliar casos específicos de encaminhamento para celas especiais.
Em Minas Gerais, a ala LGBT do presídio de Vespasiano participou de uma iniciativa jornalística que objetiva dar voz a essa população. Trata-se da revista A Estrela, editada pelos jornalistas Natália Martino e Leo Drummond, da agência Nitro.
Mutaçao
No texto 'Mutação' da revista A Estrela, as mudanças de aparência no processo de revelação homossexual dentro das alas LGBT (Foto: A Estrela)
Entre os relatos em primeira pessoa, está o de Luis Gustavo dos Santos sobre sua vivência em uma prisão masculina em 2000. Lá, compartilhava a cela com outros dois homossexuais, onde eram submetidos a abusos diários.
“Percebi que depois do jantar, um deles entrou no banheiro e os presos fizeram uma fila. Um após o outro, entravam para se saciar. Os homossexuais tinham que servir a todos que quisessem, sem camisinha. Também eram os únicos que não tinham copos e precisavam beber água em uma garrafa descartável cortada, porque os outros presos tinham nojo deles”, relata. 
Ele evidencia a importância da ala especial em sua vida: “Após anos de carnificina, em 2006, essa cadeia foi fechada. Mas até isso acontecer, tive que criar um personagem para sobreviver. Por isso, criar alas homossexuais em presídios é tão importante. É pela sobrevivência”.
O encarceramento da população LGBT nos Estados Unidos nos permite traçar paralelos com o Brasil. Segundo o relatório "Coming Out Concrete Closets", de 2015, da organização Black & Pink, “as violências física e sexual ocorrem em maior proporção dentro da população LGBT”.
Dos 1200 presos ouvidos, todos relataram experiências de violência sexual, realizadas por outros encarcerados e funcionários. Ao menos 76% experimentaram situações de risco de violência dentro de suas próprias celas, devido à superlotação. Os EUA mantém a maior população carcerária do mundo, com mais de 2 milhões de presos.

RIO IPITANGA E JOANES. UM CASO DE SAÚDE PUBLICA.


OPINIÃO DE MARCELO 
A questão do Rio Ipitanga é trágica, não bastasse o perigo de se caminhar ou correr no calçadão que está totalmente deteriorado, os transeuntes, adeptos de caminhadas e corridas respiram o ar fétido do apodrecido rio, que alimentou os antigos nativos e veio se degradando, gradativamente, hoje transformado em rede de esgoto a céu aberto. O Ipitanga acolhe todos os dejetos do centro da cidade e bairros periféricos sem nenhum tipo de controle, por outro lado já vem contaminado e poluído de Simões Filho e Salvador. Apontamos em outra oportunidade a realização de um consórcio envolvendo esses municípios para salvar o Ipitanga,mas todos fizeram ouvidos de mercadores. A contaminação e poluição dos Ipitanga e Joanes contaminam e poluem a bela Praia de Buraquinho e os seus efeitos chegam até as praias do Vilas e nenhum gestor nem ao menos apresentou um projeto para atenuar o problema. Um desrespeito total ao meio ambiente e um caso de saúde pública!



A sina suicida dos Vargas

O presidente Getúlio Vargas em 1954, o filho Maneco em 1997 e agora o neto Getulinho se suicidaram com tiros de revólver. Mais que uma maldição, o gesto autodestrutivo é um padrão em famílias com tendência à bipolaridade

Crédito: Gustavo Stephan
FRUSTRAÇÃO Getúlio Dornelles Vargas Neto posa diante do retrato do avô, Getúlio Vargas: os dois se mataram com um tiro (Crédito: Gustavo Stephan)
 “As causas podem ser biológicas e genéticas”, diz o psiquiatra Teng Chei Tung, coordenador do Serviço de Interconsultas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.
Segundo ele, o quadro de depressão provoca um desejo de se livrar do sofrimento e da falta de perspectiva por meio da autodestruição. O gesto tanto pode ser impulsivo como premeditado. “O suicídio tem várias razões.” Segundo ele, os membros de uma família podem possuir um componente genético comum que os torna propensos à depressão e à bipolaridade. “Estudos mostram padrões dos suicidas como o de deixar um bilhete, que é um clichê e um modo de se colocar como vítima”, diz Tung. “Nada impede que uma pessoa bipolar se mate no auge da alegria, quando se vê frustrada por um fato insignificante.” Os Vargas são um exemplo de motivações suicidas as mais variadas, nem todas heroicas. 

Mais de 30 prefeitos da Bahia são investigados pelo MP por nepotismo

 

Por Redação BNews
O quadro de prefeituras dos municípios baianos conta com pelo menos 31 gestores que descumprem a legislação e nomeiam familares em secretarias e cargos comissionados, conforme levantamento do jornal Correio, com auxílio do Ministério Público (MP-BA). A apuração identificou irmãos, tios, esposas e maridos empregados pelos gestores. 
 
De acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF), a ação configura a prática de nepotismo, quando se favorece parentes na administração pública. Os casos levantados são investigados pelo MP e a maioria já teve recomendação para que os gestores exonerem os parentes.
 
Foram identificadas irregularidades em cidade como Itabuna, Biritinga, Brumado, Teodoro Sampaio, Morro do Chapéu, Santa Bárbara, Eunápolis, Dom Basílio, Itiruçu, Serrinha, Umburanas, Teixeira de Freitas e mais sete municípios da região de Jacobina, entre outras.
 
Dos 31 municípios investigados pelo MP, dez já têm a situação resolvida, seja por sentença judicial ou pelos próprios prefeitos terem atendido as recomendações dos promotores. Em 21 municípios, por outro lado, os prefeitos mantêm os familiares e as investigações ainda estão em andamento. 

20 de julho de 2017

DRª JANAÍNA CONVIDA PARA PRÉ-CONFERENCIA MUNICIPAL DE SAÚDE


http://blogmarcelosantana.blogspot.com.br/
Boa noite moradores !
É com grande satisfação que convidamos a todos para participar do planejamento das ações de saúde do nosso Loteamento em conjunto com Miragem e Buraquinho !
A pré-conferência de Saúde do Atlântico norte ( Vilas , Miragem e Buraquinho ) é uma iniciativa do Conselho Municipal de Saúde em conjunto com as associações que ocupam assento no mesmo : AMOVA e AMOM ,representando o nosso segmento perante o município !
É importante lembrar que Vilas do Atlântico se encontra pela primeira vez representado nesse importante conselho reforçando a necessidade dos moradores de serem mais proativos na participação desse evento sobretudo porque também sofremos com a falta de saneamento e com as doenças que são transmitidas via água contaminada !
Assim apesar de não sermos usuários diretos do SUS, em sua maioria , faz-se necessário que busquemos utilizar o controle social , através da nossa capacidade e poder de pressão , para buscar melhorias para outras localidades e também para confrontar o poder público quanto às políticas específicas da nossa localidade qu envolvem SAÚDE !
Segue o convite virtual abaixo !
Aguardamos a presença de todos !
Compartilhem essa iniciativa !
Obrigada !
Dra Janaina Ribeiro
Presidente da AMOVA
Membro titular do Conselho de Saúde Municipal .


PSOL RESPONDE A LULA E PRATICAMENTE CAI FORA DO BARCO.


O PSOL reage à declaração de Lula e lista “13 frescuras” do partido ROMPIMENTO À VISTA. Eu tinha dito aqui que o PSOL não iria aguardar a indefinição se Lula vai poder ser candidato ou não em 2018 e praticamente abandonou o barco furado petista e ironizou o PT com as "13 frescuras", o próximo será o PDT ou o PC do B. Lula já disse se não der pra ele o ex´prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que foi surrado eleitoralmente por Dórea, poderá ser o candidato a presidente. Para o líder petista Ciro Gomes ta fora. O PSB vai perder 10 deputados federais e pode se fundir com o DEM. A esquerda começa a se fraturar

Lauro de Freitas: Trabalhadores ocupam SEMED questionam projeto Cidade Educadora e cobram melhorias na rede


Os profissionais dos diversos segmentos da educação protestaram contra o caos instalado na rede desde o início do ano letivo. Eles reclamam de falta de material nas escolas, carteiras para os alunos e assédio moral contra os servidores dentro das unidades de ensino e até na SEMED
Cerca 200 trabalhadores Municipais da educação de Lauro de Freitas (região Metropolitana de Salvador) ocuparam no final da manhã de hoje (19), a SEMED – Secretaria Municipal da Educação – para apresentar ao secretário de educação, Paulo Gabriel Nacif, o ‘sucesso’ do Projeto Cidade Educadora da SEMED e Prefeitura nas escolas da rede.
Com inúmeros problemas de funcionamento desde o início do ano letivo, as unidades de ensino deixam a desejar no que diz respeito ao tema do projeto. Os profissionais dos vários segmentos da educação (professores concursados, auxiliares de classe, cuidadores, apoio, administrativo, etc.) questionaram o secretário sobre como é possível um projeto Cidade Educadora dar certo com todos esses problemas?
É extensa a lista de queixas dentro e fora das escolas. Déficit de profissionais (professor e coordenador pedagógico), falta de carteira para os alunos e mesa para o professor, falta de caderneta escolar, de material básico como de folha de ofício, tinta pra impressora e até mesmo papel higiênico nas creches, além de desrespeito aos profissionais dentro da escola e na SEMED que denunciam assédio moral de gestores escolares e funcionários da secretaria de educação.
“Estamos aqui reivindicando qualidade no ensino público e osentimento que eu tenho é que estão sendo feitas ações mínimas para as escolas. A gente não vê interesse da prefeita e nem do secretário de educação com o ensino, com o profissional, com as crianças, e olha que todos esses problemas são de conhecimento da gestão. É um clima adoecedor dentro das escolas,” disse uma professora indignada. Os profissionais confessaram que estãofrustrados com a equipe da secretaria de educação desta gestão, que foi aguardada com bastante expectativa, e era tida como a ‘equipe da mudança’ que a pasta tanto necessitava.
Emocionada, uma professora se queixou da falta de acesso ao secretário de educação quando tem buscar auxílio na SEMED e disse que, segundo sua secretária da casa, ‘Pulo Gabriel é muito ocupado’ e não pode atender. Ela também denunciou perseguição política dentro da escola aonde trabalha.
O desrespeito não para por aí. Salário atrasado, quebra de acordo de mesa (feito pela prefeita Moema Gramacho com os profissionais cuidadores), de pagamento de vale transporte e ticket alimentação, infraestrutura comprometida (inclusive com risco de acidente grave), desrespeito ao profissional dentro da SEMED, foram algumas das muitas queixas ouvidas.
Em resposta, o secretário Paulo Gabriel disse estar decepcionado em ter que reconhecer que todas as queixas tem fundamento e disse que vai levar as questões para a prefeita. O Coordenador Geral do ASPROLF, Valdir Silva, lembrou que o Executivo já foi oficializado quanto a essas reivindicações inúmeras vezes, e que em algumas situações, o governo não respondeu na totalidade como deveria fazer. Silva solicitou ao secretário, uma reunião urgente com a prefeita, para que ela sente com trabalhadores para dar resposta concreta às inúmeras demandas da educação. Ele destacou ainda que Moema precisa tomar uma posição sobre o que de fato ela quer pra educação do município e que passeo recurso da educação para a educação, para que essas necessidades dentro das escolas sejam supridas," reivindicou. Na saída da secretaria a categoria deliberou que caso o Executivo não atenda às demandas dos trabalhadores, será convocada uma assembleia emergencial com indicativo de movimento paredista.
Assembleia Geral Extraordinária
Mais cedo (às 9h, na AFPEB), cerca de 600 trabalhadores estiveram reunidos em assembleia geral extraordinária, onde debateram sobre os processos administrativos, calendário escolar, problemas nas escolas, a situação dos profissionais em regime REDA, cuidadores, agentes administrativos, auxiliares de classe, apoio, etc. (todos esses assuntos levados à secretaria de educação).
No encontro, a categoria deliberou, além dessa ocupação à SEMED, a participação do ato público amanhã (20), às 15h no Campo Grande em Salvador, e a participação em massa da classe trabalhadora
no desfile cívico de Emancipação da cidade no sábado (29/07).
Fonte: Valdir Silva - Coordenador Geral do ASPROLF - 99249-7333
Assessoria de Imprensa: Dayse Macedo - 99298-4183

 

QUAL A RESPOSTA QUE A GESTÃO DE LAURO DE FREITAS VAI DAR A POPULAÇÃO SOBRE A ONDA DE VIOLÊNCIA QUE ASSOLA A CIDADE?






PAPEL DO MUNICÍPIO NO COMBATE A VIOLÊNCIA.
NÃO PODEMOS AFIRMAR QUE SEGURANÇA PÚBLICA COMPETE SOMENTE AO ESTADO. TODOS SABEMOS QUE LAURO DE FREITAS NÃO É À TOA O SEGUNDO MUNICÍPIO MAIS VIOLENTO DO BRASIL. OS FATOS ESTÃO AÍ PARA PROVAR A INÉRCIA DA GESTÃO. Para estruturar a sua intervenção na seara da segurança pública, o município deve compreender qual é a dinâmica da criminalidade na cidade, pois, apenas entendendo que fatores estão relacionados ao crime, é que se torna possível pensar em que ações a serem executadas pela prefeitura para diminuir a sua ocorrência.As prefeituras podem atuar também no sentido de instituir instâncias que viabilizem o desenvolvimento de ações integradas de prevenção e repressão ao crime.queremos saber de que forma Lauro de Freitas, sétima arrecadação do estado, se situa no combate a criminalidade. E as politicas públicas quais são? Queremos ações imediatas na repressão e na prevenção da criminalidade que assola o nosso município.

19 de julho de 2017

A COISA TA FEIA PARA LULA!

Moro determina bloqueio de R$ 606 mil de bens do ex-presidente Lula
Foto: Reprodução/RTP
O juiz federal da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, determinou o bloqueio de R$ 606.727,12  do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O Banco Central bloqueou o valor de quatro contas bancárias do ex-presidente: 397.636,09 (Banco do Brasil), R$ 123.831,05 (Caixa Econômica Federal), R$ 63.702,54 (Bradesco) e R$ 21.557,44 (Itaú). De acordo com informações da coluna Radar On-line, Moro ainda determinou que três imóveis, um terreno e dois automóveis pertencentes a Lula fossem confiscados. Os apartamentos são localizados em São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo. O pedido de bloqueio foi realizado pelo Ministério Público Federal (MPF) no dia 4 de outubro de 2016.

18 de julho de 2017

Passageiro mata suspeito de assaltar ônibus em Lauro de Freitas


O assalto aconteceu no coletivo que fazia a linha Lapa até Abrantes; atirador fugiu
Suspeito de assaltar um ônibus na Avenida Santos Dumont, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, por volta das 20h30 de segunda-feira (17), José Carlos dos Santos Neves, 18 anos, morreu após ser baleado por um passageiro que reagiu durante o roubo ao coletivo. 
De acordo com o Cento Integrado de Comunicação (Cicom) da Secretaria da Segurança Pública, José Carlos estava assaltando o ônibus com outro homem quando o passageiro atirou. José Carlos foi atingido na cabeça. 
O suspeito chegou a ser socorrido para o Hospital Menandro de Faria, mas não resistiu aos ferimentos. O assalto aconteceu nas proximidades do Hiper Bompreço, em Buraquinho, dentro do ônibus da empresa Dois de Julho, que fazia a linha Lapa/Abrantes. 
Equipes do Pelotão de Emprego Tático Operacional da 52ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Lauro de Freitas), que realizavam rondas na região da Estrada do Coco, foram acionadas e informadas sobre o crime através de pessoas que passavam pelo local.
Ao chegar, os policiais já encontraram José Carlos baleado e o segundo bandido em fuga. O ônibus, o motorista e os passageiros, juntamente com a arma que estava na posse do criminoso, foram apresentados a 23ª Delegacia (Lauro de Freitas), que vai investigar o crime.
Não há informações sobre a identidade do passageiro que reagiu à ação e nem do comparsa do assaltante. "As buscas pelo segundo participante duraram a noite inteira e vão continuar até que este bandido seja capturado", declarou o coordenador de Policiamento Especializado da Região Metropolitana de Salvador, Luziel Andrade de Oliveira.

17 de julho de 2017

MARCELO SANTANA DESABAFA: LAURO DE FREITAS NÃO TEM "MENINO AMARELO"

AFINAL QUEM É O PAI OU MÃE DO METRÔ?
OPINIÃO DE MARCELO
Gostaria de ingressar nesse debate tão profícuo. Primeiro o bambuzal é região de Salvador indo até imediações do pastel do Carioca. Segundo infelizmente Antonio Imbassay é um ministro fraco que não sabe informar por onde estão indo os recursos federais, até porque um técnico da Seplan do estado me falou que 80% dos recursos é do governo federal, então porque não se divulga isso? Por que ACM NETO esta calado? Como ninguém fala, a prefeita de Lauro de Freitas tenta capitalizar as obras como sendo suas, mas vamos devagar com andor que o santo é de barro. O projeto do metrô era para ir até PORTÃO, então porque não se utiliza o prestigio junto ao governador para atender de verdade o povo de Lauro de Freitas? Não se pode governar uma cidade com factoides. Todos os prefeitos que passaram por Lauro não foram competentes para sequer delimitar os limites da cidade, imagina viabilizar obras estruturantes para metrô. Me bata um abacate que aqui não tem "menino amarelo"!

.PARA ADMINISTRAR LAURO DE FREITAS É PRECISO TER COMPROMISSO.

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É necessário que cada contribuinte, cada cidadão fiscalize para onde vai seu dinheiro. A prefeita ganha um bom salário para fazer seu trabalho de cuidar da cidade, na melhoria da educação, do transito, da saúde, da segurança (através de medidas preventivas em áreas de riscos), atrair empreendimentos para gerar empregos, enfim foi eleita para resolver os problemas já existentes e aqueles que se acumularam aos longo dos anos e os existentes. Não comporta mais o discurso da "herança maldita da gestão anterior". Quero muito que tudo aconteça positivamente, já falei que não sou da turma do "quanto pior melhor", mas confesso que estou cético com o desempenho da gestão.
Agora é bola pra frente e tirar Lauro de Freitas do imobilismo e dessa areia movediça da violência que nos dá um triste titulo nacional de 2º LUGAR DE CIDADE MAIS VIOLENTA DO PAÍS.

16 de julho de 2017

Perseguição em Itinga termina com carro incendiado e um assaltante morto após troca de tiros com PMs

Mais uma perseguição policial em Lauro de Freitas terminou com um acidente na Avenida Fortaleza, região conhecida como Terra Plac no bairro de Itinga, no inicio da manhã deste sábado (15).
Quatro homens estariam fugindo da Policia em um veículo Wolksvagen Cobalt, de placa não identificada, quando perderam o controle do carro e bateram de frente em um poste.
Uma intensa troca de tiros teria acontecido entre os PMs e os criminosos, dois conseguiram fugir mas, um deles foi alvejado, socorrido até uma unidade médica mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Um outro meliante foi preso por Policiais a 81ªCIPM e conduzido para 27ª Delegacia em Itinga.

Bombeiros foram deslocados para debelar o fogo que consumiu completamente o veículo
A via ficou interditada para que o incêndio do veículo pudesse ser controlado. Policiais Militares continuam fazendo o cerco em busca de apreender os dois outros assaltantes que evadiram-se do local.

AGORA AS BAIANAS DO ACARAJÉ DE LAURO DE FREITAS TEM PROFISSÃO RECONHECIDA PELO MINISTÉRIO DO TRABALHO. A SAUDOSA NENZINHA FOI UMA GUERREIRA NESSA LUTA.

A profissão de baiana de acarajé foi inserida na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) — que reconhece e descreve as ocupações do mercado de trabalho brasileiro. A partir de agora, as baianas são reconhecidas como profissionais pelo Ministério do Trabalho e podem ter o documento da CBO, que tem o código 5243-15. Com o documento, elas poderão assumir a identidade profissional ao fazer documentos como RG e passaporte, ou realizar cadastro como microempreendedor individual.
Homenageio, com justiça, a figura da nossa saudosa Nenzinha, uma guerreira na luta em prol das baianas do acarajé de Lauro de Freitas e da Bahia. Parabéns as nossas baianas"

NOTICIAS DO FACE. CAMPANHA EDUCATIVA COM FAXINAÇO DO RIO GORÓ.



Campanha Educativa com Faxinaço Rio Goró na localidade Pouso Alegre / Itinga , Equipe de Educação em Endemias em parceria com a Idetec/ Embasa e a SESP, foi feito um trabalho educativo com a temática de Combate ao Mosquito Aedes Aegyipt e as Arboviroses, também foi feita uma sensibilização em relação ao lixo e destinação , com palestras e orientação sobre Educação Ambiental e a preservação do Rio e a importância da prevenção de doenças
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15 de julho de 2017

NOSSOS GARIS PRECISAM SER BEM TRATADOS.


OPINIÃO DE MARCELO
Os agentes de limpeza tem uma grande importância nas cidades, são eles que mantém as nossas ruas limpas e evitam que muitas doenças nos contamine. Conversei a semana passada com alguns garis em Lauro de Freitas e eles se mostraram insatisfeitos com as condições de trabalho e o salário que recebem. O contato com o lixo urbano foi o critério qualitativo adotado legalmente pela Justiça para a concessão do adicional de insalubridade, em grau máximo, aos trabalhadores. O anexo 14, da NR 15, da Portaria nº 3.214/1978 do MTE não distingue o lixo coletado pelos garis que trabalham em caminhões e usinas de processamento daquele proveniente da varrição de rua. Portanto, quero parabenizar o trabalho de todos eles e me colocar à disposição da luta.