19 de novembro de 2019

Cinco advogados são alvos da operação contra TJ-BA sobre venda de decisões judiciais


por Cláudia Cardozo / Rodrigo Daniel Silva / João Brandão
Cinco advogados são alvos da operação contra TJ-BA sobre venda de decisões judiciais
Foto: Leitor / Bahia Notícias
Cinco advogados são alvos da operação Faroeste, na manhã desta terça-feira (19), que apura venda de decisões judiciais por juízes e desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia.

Ao todo, a ação cumprem quatro mandados de prisão e 40 mandados de busca e apreensão em gabinetes. Em Formosa do Rio Preto, agentes da Polícia Federal cumprem dois mandatos de busca no fórum da cidade.

Os nomes dos advogados alvos da operação não foram divulgados. Além disso, a Justiça determinou o afastamento do presidente do TJ-BA, Gesivaldo Britto, três desembargadores e dois juízes por 90 dias

ESCÂNDALO NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA.


Presidente do TJ-BA, três desembargadores e dois juízes são afastados por 90 dias

por Cláudia Cardozo / Rodrigo Daniel Silva / João Brandão
Presidente do TJ-BA, três desembargadores e dois juízes são afastados por 90 dias
Foto: Divulgação / TJ-BA
O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador Gesivaldo Britto, mais três desembargadores e dois juízes foram afastados das suas funções por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), conforme apurado pelo Bahia Notícias.

Na manhã desta terça-feira (19), a Polícia Federal deflagrou a Operação Faroeste para desarticular um possível esquema criminoso voltado a venda de decisões judiciais por juízes e desembargadores do TJ-BA, além de corrupção ativa e passiva, lavagem de ativos, evasão de divisas, organização criminosa e tráfico de influência.

Mais de 200 policiais federais, acompanhados de procuradores da República, cumprem quatro mandados de prisão e 40 mandados de busca e apreensão em gabinetes, fóruns, escritórios de advocacia, empresas e nas residências dos investigados, nas cidades de Salvador, Barreiras, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia, na Bahia, e em Brasília.

fonte: Bahia Noticias.

16 de novembro de 2019

COMISSÃO PROVISÓRIA MUNICIPAL DO MDB DE LAURO DE FREITAS BAIXA EDITAL CONVOCANDO ELEIÇÕES PARA ESCOLHA DO DIRETÓRIO.


O MDB DE LAURO DE FREITAS CONVOCA FILIADOS PARA CONVENÇÃO.NO DIA 23 DE NOVEMBRO DE 2019.

A Comissão Executiva Municipal de Lauro de Freitas, no uso das suas atribuições legais baixou edital no Cartório Eleitoral e na Câmara Municipal no dia 14 de abril de 2019, convocando os seus filiados a comparecerem no dia 23 de novembro na Praça da Matriz, 48, 2º andar, sede do partido, das 8 horas às 17 horas para a escolha do Diretório Municipal e seus suplentes, a Comissão de Ética e seus suplentes, Delegado a Convenção Regional e suplente e o Conselho Fiscal e seus suplentes. 
Dessa forma o MDB sai na frente em Lauro de Freitas  e se organiza para as eleições municipais de 2020.



Prefeitura é maior empregador em 56% das cidades pequenas


ECONOMIA
Em 56% das cidades que podem ser extintas devido à proposta do governo federal de fusão de municípios, há mais pessoas empregadas no serviço público do que trabalhando com carteira assinada em empresas privadas, mostra levantamento da Folha com base em dados oficiais.​
O ministro Paulo Guedes (Economia) apresentou no começo do mês plano que prevê que municípios com menos de 5.000 habitantes e arrecadação própria menor que 10% da receita total terão de ser fundidos a cidades vizinhas em 2025. A proposta ainda depende de aprovação do Congresso e faz parte da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Pacto Federativo elaborada pela equipe econômica.
De acordo com a CNM (Confederação Nacional dos Municípios), 1.217 cidades seriam afetadas pelos critérios estabelecidos pelo governo.
A Folha analisou o perfil do emprego nesses locais, com base em dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) de 2018, da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, na qual consta o registro de todos os trabalhadores formais, nos setores público e privado.
O levantamento indicou uma grande dependência da força de trabalho pelo setor público nesses municípios que podem perder sua autonomia. Em 682 deles, o número de trabalhadores com carteira no setor privado é menor do que a quantidade de concursados e celetistas contratados pelas prefeituras.
É o caso de Japurá (AM), na fronteira com a Colômbia, onde há 679 servidores municipais e apenas 16 trabalhadores registrados formalmente pelo setor privado. É a cidade com o maior percentual de funcionários públicos municipais em relação à população: um quarto dos habitantes (25%) são empregados pela prefeitura.
Os trabalhadores privados formais representam 0,58% dos moradores. Em quatro municípios, há só um profissional no setor privado registrado: Areia de Baraúnas (PB), São José do Brejo do Cruz (PB), Paquetá (PI) e Santo Antônio dos Milagres (PI).
A grande dependência de recursos do setor público é, para o governo Jair Bolsonaro, uma das principais razões para que esses municípios deixem de existir, já que eles não conseguem ter uma atividade privada dinâmica.
Nos mais de mil municípios que podem ser incorporados a outros, há pouco mais de 4 milhões de habitantes: 253 mil (6,2%) são servidores municipais e podem perder o emprego caso suas cidades sejam fundidas a outras. Na média, há um servidor para cada 16 habitantes nesses locais.
A parcela da população que trabalha no setor privado, com carteira assinada, corresponde a 7,6% dos moradores (309 mil pessoas).
Outro contingente que pode ser diretamente afetado em caso de fusão são os vereadores, um grupo de quase 10 mil pessoas nessas cidades, assim como os prefeitos e vice-prefeitos. Nas Câmaras de Vereadores, há 5.500 servidores, entre concursados e celetistas.
Nessas cidades, a remuneração média é de R$ 2.109 no setor público, com uma folha de pagamento média de R$ 425 mil mensais. No setor privado, o celetista desses municípios ganha, em média, R$ 1.575.
A professora Sol Garson, do Instituto de Economia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), afirma que muitos municípios pequenos são áreas praticamente rurais e muito pobres, que não têm atividade econômica privada relevante e dependem quase que totalmente do setor público.
A fusão desses locais, por outro lado, considerando as regras vigentes hoje, reduziria pela metade os repasses federais, que em alguns casos são responsáveis por mais de 90% da renda da região, agravando a questão da pobreza.
“Em muitos desses locais, a atividade econômica acontece por causa do salário dos servidores, dos aposentados e do Bolsa Família”, afirma.
Para Garson, uma melhora na gestão dos recursos públicos nesses locais passa pela revisão de gastos, entre eles as despesas com as suas Câmaras. Pela regra constitucional em vigor, todos os municípios brasileiros podem ter pelo menos nove vereadores.
“O problema de municípios pequenos não é a arrecadação. É que gastam mal. Para ter uma melhora de performance, precisa ver o lado da despesa”, afirma.
“No Brasil você tem um Legislativo para cada município. Às vezes, o gasto é maior do que a arrecadação própria. Muitas vezes, os vereadores se reúnem uma vez por ano, só para aprovar a lei orçamentária.”
Segundo ela, a arrecadação própria das cidades e os repasses estaduais dependem do patrimônio (IPTU, ITBI e a parcela do IPVA relativa aos veículos registrados no local) ou da atividade econômica (ISS e parcela do ICMS vinculada à atividade).
Com isso, explica Garson, muitas prefeituras vivem praticamente do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), que tem uma cota mínima para localidades com cerca de 10 mil habitantes.
“Municípios pequenos, em geral, são áreas muito pobres. Não têm base tributária. Por mais que o prefeito se esforce, não vai arrecadar. Não raro, o PIB desses municípios é a atividade do setor público, sobre a qual não se cobram impostos”, afirma Garson, ao criticar o critério de receita própria elaborado pelo governo.
De acordo com a proposta, municípios de até 5.000 habitantes deverão comprovar, até o dia 30 de junho de 2023, sua sustentabilidade financeira, baseada na arrecadação com ISS, ITBI e IPTU. Para apuração da quantidade de habitantes, serão utilizados dados do Censo de 2020.
Não se trata de uma regra permanente, mas de uma rodada de fusões e incorporações. Não está prevista a consulta à população. Poderão ser incorporadas até três cidades por um único município incorporador. No limite, quatro cidades virariam uma.
O QUE DIZ A PROPOSTA DO GOVERNO
Os municípios de até 5.000 habitantes deverão comprovar, até 30/06/ 2023, sua sustentabilidade financeira
§ 1º A sustentabilidade é atestada mediante a comprovação de que o respectivo produto da arrecadação de IPTU, ITBI e ISS corresponde a, no mínimo, 10% da sua receita
§ 2º O município que não comprovar sua sustentabilidade financeira deverá ser incorporado a algum dos municípios limítrofes, a partir de 1º de janeiro de 2025
§ 3º O município com melhor índice de sustentabilidade financeira será o incorporador
§ 4º Poderão ser incorporados até três municípios por um único município incorporador
§ 5º Não se aplica à incorporação de que trata este artigo o disposto no § 4º do art. 18 da Constituição Federal
§ 6º Para efeito de apuração da quantidade de habitantes de que trata o caput, serão considerados exclusivamente os dados do Censo populacional de 2020

Ilhéus: Tartaruga é encontrada morta e com manchas de óleo no corpo


Ilhéus: Tartaruga é encontrada morta e com manchas de óleo no corpo
Foto: Reprodução / TV santa Cruz
Uma tartaruga foi encontrada morta e com manchas de óleo no corpo, na manhã desta sexta-feira (15), em Ilhéus, no sul da Bahia. Segundo o G1, o animal foi encontrado por um pescador.

De acordo com a publicação, enquanto pescava camarão, o homem acabou achando o animal morto na rede, com pelotas da substância na cabeça e no casco. Os camarões também estavam sujos com as manchas.

Conforme a publicação, ele levou os animais para a praia da Barra de Itaípe, mas a tartaruga foi levada pela Polícia Ambiental.

A REELEIÇÃO DA PREFEITA DE LAURO DE FREITAS É DESIGUAL E MILIONÁRIA!.



Nenhum pré candidato a prefeito ou prefeita pratica mais crimes eleitorais que o gestor em busca da reeleição. Eu sou contra a reeleição de prefeitos e prefeitas. É uma afronta a isonomia. Os candidatos da oposição podem nomear centenas ou milhares de pessoas para cargos em ano pre eleitoral? Os candidatos da oposição administram 46 milhões de reais mensais? (no caso de Lauro de Freitas). Os candidatos da oposição podem em ano pré eleitoral e eleitoral asfaltar ruas, promover encontros de bairros e realizar obras? A resposta para todas essas perguntas é NÃO! A reeleição foi criada para beneficiar os prefeitos e prefeitas. A prefeita de Lauro de Freitas passou 3 anos de mandato passeando pelo Brasil, militando politicamente em prol do seu partido e do Lula Livre, deixando o município destroçado e, de repente, faltando menos de um ano para as eleições, resolveu dar uma de gestora. Ela usa abertamente o Diário Oficial e nomeia lideranças como nunca foi visto, faz encontros nos bairros e promete o impossível, asfalta ruas sem tratar do saneamento, usa a mídia interna e externa 24 horas para autopromoção e faz o escambau para ser vista como gestora. Tudo isso não poderia ser visto como crimes eleitorais? A reeleição em si já é um crime contra a DEMOCRACIA! Cabe a oposição, timidamente, falar de alguns projetos e apresentar os nomes dos pré candidatos sob a ameça de processos. Para a PREFEITA pode tudo, para a OPOSIÇÃO não pode nada?
Aí no período de campanha eleitoral vamos enfrentar uma candidatura bilionária da prefeita, com mais de 20 vinte partidos, 500 pré candidatos a vereador, mais de 5.000 mil militantes com cargos comissionados nas ruas. No final quem paga a farra bilionária da reeleição é o povo. É dureza. É surreal! Quero parabenizar todos os pré candidatos da oposição em Lauro de Freitas. Somos heróis da resistência. #pelofimdareeleição #farradareeleição #democracia #laurodefreitasb